domingo, 15 de novembro de 2009


A parte interessante de filosofar em cima de alguma idéia, ato ou emoção é justamente a possibilidade de crescimento, e não apenas enriquecer discussões à respeito do que, na realidade, não praticamos.

É fazer da palavra um incentivo, o primeiro passo na mudança interna, q tbm deve refletir na externa p/ q possamos experimentar o novo, o diferente... acumulando assim conhecimentos reais, vindos de práticas e experiências reais.

Palavras podem ser lindas, profundas, tristes, e ter inúmeros outros significados, dependendo do momento em q são lidas, ouvidas ou proferidas.

Mas acho q a principal questão aqui é:
Até onde permitiremos q elas cheguem?

Não raro lemos algo que achamos bonito, interessante... e, no minuto ou hora ou dia seguinte, tudo se evapora da mente.
Provavelmente p/ absorver outros conhecimentos com o mesmo destino certo de esquecimento.

Palavras podem muito, se permitirmos que penetrem nossa alma, coração, e as aceitemos como filosofia de vida ao invés de sabedoria descartável.

Quando vamos transcender o mundo das palavras e torná-lo real?

Viver não é teoria. É prática.