Não amo por hábito, conveniência ou obrigação. Amo sinceramente do meu jeito torto de não falar (porque detesto e não preciso dar satisfação de nada), de ficar distante e de só ver uma vez no mês ou menos.
À quem incomodar, não se dê o trabalho de falar. Só mudo o que quero mudar e nunca para agradar.
Por outro lado, não há abraço, beijo, palavras ou presentes mais sinceros, pois fora das minhas responsabilidades, que não deixo de cumprir no dia a dia, jamais estarei em algum lugar que não queira estar e com pessoas que eu não goste da companhia.
E essa é a simplicidade que muitos complicam com cobranças, achando, sabe-se lá porquê, que eu deveria seguir padrões. Muitos destes extremamente ultrapassados, à meu ver.
Enfim, ainda prefiro ser verdadeira comigo e com os outros.